segunda-feira, 29 de setembro de 2014

GORDURA TRANS EXPERIMENTO 1
Oficina de Fotoperformance com Fernanda Magalhães Evento Independencia: quem troca?

Curitiba 23maio2014

Ativadores:  Tamires Spinelli, Ricardx Nolascx, Gio Soifer, Diogo Machado, Aline Morais, Luz Medeiros, Bernardo Schaff e Fernanda Magalhães



sábado, 5 de maio de 2012


hd


alguns mundos já não são mais meus

talvez nem nunca foram
decerto

quem sabe
entre-meios o instante exista

mas o que se foi e é memória ou sonho ilusão meros pensamentos
estes ecoam num profundo, escuro, denso, insólito, blindado
hd

as leituras interpretativas deverão sintetizá-lo
exterminá-lo
difundir multiplicar replicar copiar internalizar cuspir expandir encruar
visceralmente
em transformação dos sentimentos que ecoam latejam nas lembranças
de amores vidas ilusões
para sempre perdidas apagadas invisíveis invencíveis marcadas
dignas tragédias
registro insano que não se apaga, ainda que se deseje
ali como cicatriz, ainda que tênue, se impõe
e submerge sem aviso prévio
em momentos de vida banais
como o simples sabor de uma madeleine

e fere fisga escorre

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Natureza da Vida

Fotografia por Graziela Diez


"A Natureza da Vida"
Projeto de Fernanda Magalhães

O trabalho em desenvolvimento pela Artista e Fotógrafa Fernanda Magalhães é composto de diversas ações realizadas em espaços públicos. A artista convida fotógrafos a fazerem as imagens de suas performances. Na seqüência de outras séries Fernanda aborda as questões de corpo através de um posicionamento político onde seu corpo é fotografado, quase sempre nu, discutindo padrões, estética e as diversidades.
Uma ocupação do espaço com o corpo, um posicionamento, se colocar presente, se tornar visível. O espanto perante as imagens é o espanto perante este corpo de mulher gorda que ousa ficar nu e posar para fotografias. Se fossem fotos de corpos de mulheres magras, saradas e padronizadas seria banal, passariam despercebidas como as imagens que estão constantemente a mostra em todos os lugares.

Já foram realizadas ações em lugares como no Central Park em New York, no Jardim de Luxemburgo em Paris, no Mar Negro na Rússia, no Bosque de Londrina e no Parque Del Prado, Uruguay.

As fotos do Bosque de Londrina foram realizadas no dia 19 de novembro, sábado às 6 da manhã, em protesto pela destruição e retirada de árvores do Bosque, como atuação junto ao Grupo Ocupa Londrina que está resistindo bravamente às mudanças e já conseguiu embargar a obra.

Algumas fotos foram expostas, durante os protestos no bosque, em varal junto com outros registros como poemas, desenhos e fotografias dos moradores da cidade.

A intenção do poder público é de transformar parte deste local em uma rua com paradas de onibus, em pleno coração e pulmão da cidade, no bosque que preserva parte da mata original de Londrina.

As fotografias desta ação foram realizadas por Graziela Diez, Luciano Pascoal e Camila Fujita.




segunda-feira, 7 de novembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Programação de Lançamentos
21 setembro, quarta-feira, 19h
Universidade Estadual de Londrina UEL
Sala de Eventos do CCH Centro de Letras e Ciências Humanas
Rodovia Celso Garcia Cid | Pr 445 Km 380 | Campus Universitário
Londrina, PR
23 sexta-feira, 16h
Biblioteca Municipal de Londrina
Avenida Rio de Janeiro, 413
Londrina, PR
24 setembro, sábado, 17h
Restaurante Dona Menina
Rua Guararapes, 177
Londrina, PR


Edição fac-similar comentada do livro “Eulália Neutra”, do jornalista londrinense Antonio Vilela de Magalhães e do escritor paulista Arnaldo de Magalhães Di Giácomo será lançada este mês em Londrina
Muitas são as histórias que rondam a produção de um livro. Registrar estas histórias é também resgatar a memória de um tempo e de seus personagens. A edição fac-similar comentada do livro “Eulália Neutra”, escrito pelo jornalista londrinense Antônio Vilela de Magalhães e pelo escritor paulista Arnaldo Magalhães Di Giácomo, patrocinada pela PROMIC, com lançamentos marcados a partir do dia 21 de setembro, tem este objetivo. O livro trata-se de um poema longo escrito a quatro mãos, em 1952, quando os dois autores moravam em São Paulo. Além do poema, o livro conta com ilustrações feitas pelo artista plástico Darcy Penteado. A tiragem da edição é de 2 mil exemplares.
Projeto coordenado por Terezinha Lima Vilela de Magalhães, viúva de Vilela, e organizado pela fotógrafa londrinense Fernanda Magalhães, filha do autor, a edição refaz trajetória de produção da obra através de texto assinado pelo escritor paulista Hernani Donato, amigo dos autores, e também de texto de apresentação do poeta e crítico londrinense Marcos Losnak, que contextualiza a obra inserida na literatura brasileira dos anos 50. O livro conta ainda com fotografias da época que foram reproduzidas dos álbuns do acervo da família de Antônio Vilela de Magalhães e cartas trocadas entre os amigos e Vilela. O livro teve coordenação editorial da escritora Karen Debértolis e o projeto gráfico foi da empresa Visualitá.
Antônio Vilela de Magalhães era jornalista e uma personalidade atuante na cidade de Londrina. Trabalhou no jornal Folha de Londrina, sendo responsável por muito anos pela coluna Ronda pela Cidade, foi correspondente do jornal O Estado de São Paulo, produziu os jornais Newsy e Sequência, além de criar o Boletim Notícia da Assessoria de Relações Universitárias (ARU), atual COM, da Universidade Estadual de Londrina. 
O livro
Eulália Neutra, que consiste em um poema homônimo longo, foi publicado originalmente em 1952 por meio de impressão artesanal com tiragem de 25 exemplares. De autoria de Vilela e Di Giácomo, o poema tinha previsão para ser publicado em uma revista a qual seria organizada pelo grupo de amigos que morava e frequentava a casa da Rua Pelotas, 64, no centro de São Paulo.
A república que pertencia à Vilela, que trabalhava à época na Editora Melhoramentos, reunia com constância jovens artista e jornalistas. Segundo Donato, como a revista não se concretizou, o dinheiro arrecadado para produzi-la foi revertido na edição do livro. O artista plástico Darcy Penteado, ficou responsável pelas ilustrações, capas e arte do livro.
De acordo com Marcos Losnak , no período em que o livro  “Eulália Neutra” foi publicado, a literatura brasileira vivia o florescimento da Terceira Geração do Modernismo, conhecida como Geração de 45, em que a prosa passava a adquirir um tom mais intimista de caráter psicológico, temática regionalista dava lugar ao aprimoramento da linguagem, como nos textos de João Guimarães Rosa, e na poesia, o apuro formal tornava-se extremamente acentuado.
Antonio Vilela e Arnaldo Magalhães estavam atentos a todo esse processo da literatura brasileira, mas por uma questão preferencial adotaram o tom poético da Primeira Geração do Modernismo na estrutura da “Eulália Neutra”. A liberdade formal e o humor irônico do poema podem ser remetidos às mesmas características das criações em verso de Oswald de Andrade e Manoel Bandeira”, comenta Losnak na apresentação do livro.
O livro original foi distribuído entre os amigos e integrou, ao longo de anos, a estante da casa da família Vilela de Magalhães. “Eu sempre folheava este livro que era uma lembrança muito forte do meu pai. Com o passar do tempo, a vontade de recontar esta história ficou mais presente e, então, resolvi organizar a edição fac-similar”, comenta Fernanda Magalhães, “é também uma forma de resgatar a história de Londrina pois meu pai foi uma personalidade importante e atuante na cidade”.

Biografias dos autores e do ilustrador

Antonio Vilela de Magalhães
Nasceu em 30 de maio de 1925, em Santo Antônio da Platina, interior do Paraná. Na década de 50, transferiu-se para São Paulo, onde cursou a Escola de Arte Dramática (EAD) e trabalhou na Editora Melhoramentos. De volta ao Paraná, em Londrina, foi correspondente do jornal O Estado de São Paulo e jornalista da Folha de Londrina, assinando a coluna “Ronda pela Cidade”; editou os jornais Newsy e Sequência e trabalhou na Assessoria de Relações Universitárias, da Universidade Estadual de Londrina, onde criou o Boletim Notícia, órgão oficial da instituição. Montou a Livraria Alfa e, juntamente com Roberto Koln, criou o Grupo Permanente de Teatro (GPT), atuando em várias montagens, como os monólogos "O Homem com a flor na boca" de Luigi Pirandello, e "Dos malefícios do tabaco" de Anton Tchekov. Faleceu em 17 de setembro de 1985.
Arnaldo Magalhães de Giácomo
Nasceu em 26 de janeiro de 1928, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Transferiu-se para a capital paulista, onde se formou em Filosofia e foi professor de Língua Portuguesa e História do Brasil. Trabalhou na Editora Melhoramentos editando publicações para o público juvenil. O livro “Villa-Lobos: a alma sonora do Brasil” rendeu-lhe o prêmio Jabuti na categoria Literatura Infantil, em 1960. Após sua morte em 20 de maio de 1977, foi sagrado membro da Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil.
Darcy Penteado
Artista plástico de referência no cenário brasileiro das artes visuais, nasceu em São Roque, interior de São Paulo, em 1926. Também atuou como cenógrafo e figurinista. Estreou no teatro em 1952 produzindo máscaras para a peça “Antígona”, de Sófocles, dirigida por Adolfo Celi no Teatro de Brasileiro de Comédia, em São Paulo. Trabalhou com nomes expressivos do teatro nacional, como Antunes Filho e Antonio Abujamra. Entre os textos que escreveu, destacam-se a peça “A Engrenagem” e a novela “A Meta”. Faleceu em 2 de dezembro de 1987.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"FotoLink 2010, Painel da Cidade, uma homenagem à FOTOGRAFIA em seu dia, comemorado mundialmente no 19 de agosto"
Fotografia, esta linguagem que nos afeta por todos os significados, sentidos, percepções; 
visíveis, invisíveis, em dobras, em redes, em transcendência.
por fernanda magalhães


terça-feira, 26 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Lançamento do livro 
Corpo Re-Construção Ação Ritual Performance
de Fernanda Magalhães
Vectra Store, Londrina, 08 de dezembro de 2010
fotografia por Maíra Motta

quinta-feira, 31 de março de 2011


Chama-se "monóculo" 
Uma engenhoca muito interessante. 
Uma fotografia em filme positivo (slide) é colocada num receptáculo branco translucido por onde entra a luz e na outra ponta uma pequena lente de aumento por onde se olha para a imagem iluminada, num contra-luz.
fernanda magalhães

quarta-feira, 30 de março de 2011

Festival Performance Arte Brasil


Festival Performance Arte Brasil
por Fernanda Magalhães

fotos em projeção da performance de
Victor de La Rocque (PA) por Orlando Maneschy

sexta-feira, 18 de março de 2011


Festival Performance Arte Brasil

Encontro nacional de artistas, curadores e pesquisadores da arte da performance e seus desdobramentos estéticos no campo das artes visuais no país. Ações ao vivo, palestras, vídeos, filmes de artista e videoinstalações, reunindo  cerca de 50 artistas que lidam com a prática performática. 22 - 27 março 2011, 12h às 20h. ENTRADA FRANCA.

As atividades apresentadas aqui proporcionam ao espectador-participante experiências calcadas no tempo presente e na ação real, que dispensa recursos de representação para se alinhar com o risco do acaso. Desse modo, todo o festival se dedica à fruição e também à reflexão da performance arte: esta peculiar prática artística interdisciplinar que processa e ressignifica em ações presenciais de alta carga poética atos extraídos do cotidiano. 

A pluralidade de artistas e propostas que integram a programação foi conseguida graças à equipe curatorial formada por especialistas de diferentes estados brasileiros. Conceitualmente, pode-se dizer que as atrações se dividem em dois núcleos: o Contemporâneo, que localiza artistas e pesquisadores com carreiras iniciadas há menos de quinze anos; e o Histórico, que discute artistas, obras e acontecimentos de referência cuja revisão crítica integra o projeto de construção de uma historiografia da performance arte nacional, ainda em formação.

Em um momento em que a performance arte se reposiciona com força no cenário artístico contemporâneo, eventos de caráter nacional como este são importantes para afirmar a qualidade deste tipo de produção e refletir sobre a sua potência estética, no Brasil e no mundo. 

Performance Arte Brasil é um encontro inédito, neste formato, junto a uma instituição de referência como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Sua realização foi possível por meio do apoio para Festivais de Fotografia, Performance e Salões da Funarte/MinC. 

A todos os artistas, curadores, técnicos e espectadores envolvidos no acontecimento desta grande experiência estética, expressamos aqui o nosso muito obrigada.

Daniela Labra
Curadora-geral


Fotógrafa participa de evento nacional de performance no Rio de Janeiro
Fernanda Magalhães está entre os 50 artistas convidados para festival que irá apresentar trabalhos em diversos formatos e debater a performance nas
artes visuais brasileira

A fotógrafa londrinense e professora da UEL Fernanda Magalhães integra a programação do Festival Performance Arte Brasil, coordenado pela curadora carioca Daniela Labra, no Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro. A artista foi convidada para realizar seu trabalho “Corpo Re-Construção Ação Ritual Performance” no próximo dia 25 de março, sexta-feira, às 14h30, nos Pilotis do prédio do MAM-Rio. As pessoas interessadas poderão se inscrever na hora para participar da performance da artista.
O evento, que acontece de 22 a 27 de março e tem entrada franca, enfatiza o trabalho de artistas que trabalham com o conceito de performance em diversos suportes a partir do ponto de vista das artes visuais. A programação inclui ações ao vivo, palestras, vídeos, filmes de artista e videoinstalações, reunindo  cerca de 50 artistas.
“Conceitualmente, pode-se dizer que as atrações se dividem em dois núcleos: o Contemporâneo, que localiza artistas e pesquisadores com carreiras iniciadas há menos de quinze anos; e o Histórico, que discute artistas, obras e acontecimentos de referência cuja revisão crítica integra o projeto de construção de uma historiografia da performance arte nacional, ainda em formação”, explica Daniela Labra, curadora da mostra.
Além de debates e mostras organizadas por curadores brasileiros como o paranaense Paulo Reis que apresenta no evento uma recente mostra que inclui trabalhos de Fernanda Magalhães. Entre os artistas destacam-se ainda Yftah Peled, Margit Leisner, Alex Hamburger, Armando Queiroz, Franklin Cassaro e Marcus Vinícius.
A performance “Corpo Re- Construção Ação Ritual Performance”, que ganhou destaque no livro homônimo da fotógrafa (http://www.fernandamagalhaes.com.br/) lançado no final do ano passado, consiste na proposta de produzir um trabalho interativo com o público que, através da oferta de partes do corpo de cada participante que são entintadas pela artista, constrói um novo corpo de forma fragmentada. A proposição é justamente colocar em debate a fragmentação do sujeito contemporâneo, suas identidades múltiplas, as angústias, as aproximações e os desafios de uma sociedade caracterizada essencialmente pela diversidade.
Este trabalho de performance, segundo a artista,  nasceu das lembranças de sua infância com o pai, o jornalista Antonio Vilela de Magalhães e também de dois trabalhos desenvolvidos em 2002 - Impressões da Memória e A Expressão Fotográfica e os Cegos. Os desdobramentos desses trabalhos e de sua memória de infância resultaram na proposição, que traz alguns de seus trabalhos performáticos realizados com grupos diversos.
“O projeto surgiu a partir da minha experiência com uma grave doença e da constatação que sempre precisamos do outro para nos reconstruir. E desta relação vital com o outro, os outros/outras surgiu o trabalho que é essencialmente um trabalho coletivo, com muitos coletivos já que a proposta acontece com grupos diversos”, revela Fernanda Magalhães.
Este é o primeiro de uma série de eventos que a artista londrinense irá participar este ano. O cronograma inclui ainda uma exposição em maio dentro da programação do FotoRio e  uma mostra individual no evento FOTOGRAMA em Montevidéo, Uruguai, no mês de novembro.


Outras informações:
Assessoria de Imprensa: 
Doc Comunicação /Emília Miyazaki


emilia@doclondrina.com.br

ver


Programação                                   

ter 22

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – PERFORMATI(VÍDEO)DADE
Curadoria Daniela Mattos 

16h Cinemateca do MAM
Fala de abertura – Performance, experimentalismos históricos e arte contemporânea no MAM
Luiz Camillo Osorio (RJ) e Fernando Cocchiarale (RJ). Mediação Daniela Labra (RJ)

qua 23

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – A imagem como performance: alguns casos na Amazônia
Curadoria Orlando Maneschy

qui 24

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – “O Corpo na Cidade – seleção de ações performáticas para vídeo em Curitiba”
Curadoria: Paulo Reis

sex 25

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos - 34’37”
Curadoria Regina Melim

18h Ana Montenegro (SP)
“Reprodução Proibida”
A artista posiciona-se de costas para o público e em seguida uma voz, em off, inicia uma narrativa da possível imagem frontal desse corpo. A obra deriva de um cruzamento entre performance e o protocolo da imagem nos meios digitais.

18h30 G. Orthof e Cecília Aprigliano (DF)
“Abibliotecadostripper: olivrodefundo”
Em um jogo labiríntico, a performance atualiza, por meio de pequenas ações poéticas, o singular encontro transtemporal de duas austríacas de mesmo nome – Gertrud Alice Goldberg – nascidas com mais de um século de diferença. Tudo ao som de uma passacaglia executada ao vivo em viola da gamba e de um vídeo desse enigmático encontro. 

19h30 Juliana Notari (PE)
“Symbebeko”
A artista atravessa descalça um caminho de cacos de vidro. A intenção não é se mutilar ou sacrificar seu sangue em nome da arte, mas livrar-se pacientemente do perigo, afastando cuidadosamente a ameaça da dor. 

qua 23

12h Daniel Toledo (RJ)
“Veste nu”
Vestindo duas roupas estampadas com um nu masculino e outro feminino, o artista caminha ao redor do espaço e do público. O trabalho conta com a participação de Ana Hupe.

13h Lourival Neto (PE)
“Parangolé”
Uma instalação/performance é o produto de uma ação-roubo ocorrida no MAM do Rio de Janeiro.

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – A imagem como performance: alguns casos na Amazônia
Curadoria Orlando Maneschy

14h30 Victor de La Rocque (PA)
“Gallus Sapiens”
O artista caminha pela cidade com galinhas sobre o corpo e o rosto. A presença incômoda de um homem que busca a existência galinácea, e se comporta passivo a tudo, sem fazer nenhum ato de troca com o espectador.

15h Margit Leisner (PR)
“Sem título, ensaio sobre um certo tema II”
A proposta pressupõe que a realização de performances nas dependências internas de museus é algo incomum. Este trabalho portanto toca em questões que podem se evidenciar a partir do deslocamento da sua realização - inicialmente concebida para as dependências da Cinemateca - para os Pilotis do MAM.

16h – Cinemateca do MAM
Encontro com os curadores 
Curadoria e realização de performance arte no Brasil (parte I)
Orlando Maneschy (PA), Bia Medeiros (DF) e Beth da Matta (PE) 

18h Nadam Guerra (RJ)
“Cinema de si”
O artista – dentro de um saco preto com dois buracos – por meio de uma câmera de segurança e um monitor de vídeo produz e transmite imagens do corpo de dentro desse saco.

18h30 Yftah Peled (SC)
“Alta Tensão”
Performance desenvolvida ao som da marcha nupcial Mendelson mixada, em que três performers com um figurino específico abordam e interagem com o público, que se alterna na condição de visitante-performer e observador.

19h  Shima (SP)
“Trauma”
Deitado no chão com um livro grosso de capa dura negra ao lado, o artista tenta, assoprando, virar as páginas. Este processo provoca hiperventilação em seu corpo, apresentando reações como: dedos retorcidos, suor, lágrimas, saliva etc.

19h30 Davi Ribeiro (RJ)
“A nona parte de um ovo ou beba água com açúcar e vá dormir”
Nas próximas 24 horas, só poderás consumir um copo de água com açúcar e a nona parte de um ovo, para que não esqueças que 925 milhões de pessoas ainda passam fome no mundo. O artista ficará no espaço restrito de uma esteira durante 24 horas. A ação será filmada e transmitida ao vivo via blog.

qui 24

10h Aslan Cabral (PE)
“O barão nas árvores”
Com título inspirado em livro de mesmo nome, a performance conta a história de um personagem que, cansado das regras e jogos sociais de seu círculo familiar aristocrático, decide subir em uma árvore, de onde nunca desce. Em referência ao personagem, o artista subirá em uma árvore e permanecerá nela ao longo do dia, por dez horas.

12h Mauricio Ianês (SP)
“Glossa”
Esta obra sonora, inédita, leva a refletir sobre a noção de performatividade quando não há presença do artista.

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos – “O Corpo na Cidade – seleção de ações performáticas para vídeo em Curitiba”
Curadoria: Paulo Reis

15h Marcus Vinícius (ES)
“Ninguém”
A performance propõe a composição de um rosto multifacetado sobre o rosto do performer a partir de fragmentos de outros rostos, de outros homens, outras mulheres, outras identidades.

16h às 16h – Cinemateca do MAM
Encontro com os curadores 
Curadoria e realização de performance arte no Brasil (parte II)
Paulo Reis (PR), Regina Melim (SC) e Daniela Mattos (RJ)

18h Luana Aguiar (RJ)
“Bachus Et Ariane”
Performance que conta com o artista Pedro Moreira Lima. Em referência à mitologia grega, os artistas bebem e se banham com vinho, oferecendo-o ao público. Tal sensorialidade causará uma presumida embriaguez e um sentido de organicidade na edificação do MAM. 

18h30 Claudia Paim (RS)
“Possibilidades”
Performance que aborda a questão da liberdade da mulher sobre seu próprio corpo.
Em uma ação repetida, a artista lê nomes escritos em 420 ovos, que simbolizam os 420 óvulos femininos, quebrando-os após a leitura, um a um.

19h30 Franklin Cassaro (RJ)
“Teaser Drum uma batucada portátil no abrigo bioconcreto”

sex 25

12h Zmário (BA)
“A sombra dos pilotis”
Deslocamento de um conjunto de ações realizadas diariamente pelo artista. Na área externa do MAM, arte e vida, ordinário e extraordinário vão se (con)fundindo à medida que o tempo passa e as sombras dos pilotis mudam de lugar.

12h João Rosa (SC)
“CAEP”
O CAEP, Cinema Alternativo Experimental Performático, investiga maneiras de restaurar a percepção plástica nas coisas banais do tempo contemporâneo, utilizando técnicas cinematográficas, fotográficas, plásticas e performáticas.
Obra de intervenção urbana instalada nas imediações do MAM

13h Opavivará (RJ)
“Namoita”
O trabalho é a construção de uma moita circular com vasos de plantas ornamentais, de diferentes espécies, formando um espaço interativo entre as pessoas e a moita, de forma que cada um se sinta à vontade para contribuir como quiser.

13h30 Edson Barrus (PE/RJ)
“Rés do Chão on-live” 
O artista propõe ficar um dia do evento em uma área preparada para receber colaboradores e outros artistas. Um monitor exibirá vídeos e, em uma bancada, serão expostos os impressos do Nós Contemporâneos. 

14h às 16h – Cinemateca do MAM
Mostra de vídeos 34’37”
Curadoria Regina Melim 

14h30 Fernanda Magalhães (PR)
“Corpo Re-Construção Ação Ritual Performance”
Projeto de criação que se constrói a partir de ações performáticas realizadas com grupos convidados. O grupo de performers cria corpos diversos e coletivos, construídos com diferentes mídias, em rede e maleáveis, que se estendem, podem se tocar e se multiplicar.

15h30 Armando Queiroz (PA)
“Cão”
Ao ar livre, deparamo-nos com alguém que lança indefinidamente, horas a fio, um bastão que ele próprio irá buscar. Esta performance busca problematizar não somente nossos movimentos repetitivos e impensados, mas, sobretudo, nossas atitudes despidas de reflexão e temor ao que se mostra desconhecido, imprevisível.

16h – Pilotis do MAM 
Debate aberto
Festivais interdisciplinares e Performance 
Marcos Gallon (SP), Nayse Lopez (RJ) e Fábio Ferreira (RJ)

18h Flávia Vivacqua (SP)
“Jardim de Pedras e Encantamento de Pássaros II”
O trabalho é uma Ode aoTempo. A performance acontecerá no pôr do sol, ao som do encontro entre diferentes músicos de rua atuantes na região central da cidade, no Jardim das Pedras, desenhado por Burle Marx para o MAM.

19h Grupo Empreza (GO)
“Serão Performático”, 3 ações
O grupo apresenta três ações: Um Corpo Marcado: Mar & Eros, Um Corpo Cabeça-Parafina e Um Corpo-Gago

sáb 26

12h Zmário (BA)
“A sombra dos pilotis”
Deslocamento de um conjunto de ações realizadas diariamente pelo artista. Na área externa do MAM, arte e vida, ordinário e extraordinário vão se (con)fundindo à medida que o tempo passa e as sombras dos pilotis mudam de lugar.

12h Grupo SYA (CE)
“Desredito”
Os artistas Yuri Firmeza e Solon Ribeiro operam de forma sutil e diminuta, ao longo do evento, sussurrando enunciados performativos em contato direto e íntimo com o público. Como em outros de seus trabalhos, em escala de um para um, conferem potência às pequenas sutilezas aparentemente imperceptíveis, como um sopro, uma respiração, um ranger de dentes.

13h Jéssica Becker (PR)
“Sopro de Esperança - A Troca”
Troca dos “saquinhos” com Sopros de Esperança. Inflados pela artista e pelo visitante/partícipe, os sopros recolhidos são identificados com nome, data e horário, e logo expostos, suspensos em uma linha.

13h30 Alexandre Sá (RJ)
“A performance dos sem nome; ou a revolta do invólucro (a não-obra)”
Um homem. Um homem de nenhum lugar. Alguns rolos de plástico bolha. Alguns metros. Algum tempo. Um espaço. Procura alguma ajuda. E então acontece algum acontecimento. (...) Aos poucos, as pessoas tentam. O material, o público, a ação, o espaço e alguma solução ao acaso.

14h Maicyra Leão (DF)
“Guarda-corpo”
A performance nos convida ao mal-estar do enjoo, da vertigem e do desequilíbrio, por meio do deslocamento espiralado da artista pelas ruas do centro da cidade, usando uma roupa específica da qual balões cheios de líquido preto são atirados no ar. 

14h30 Michel Groisman (RJ)
“Máquina de Desenhar” 
Como seria transformar o traçar de uma linha em um processo coletivo? A máquina de desenhar surge a partir desta ideia: proporcionar a experiência de um desenhar grupal, um desenho que escapa ao controle de cada um. 
15h Corpos Informáticos (DF)
“Encerando a Chuva”
Interação com o público por meio de eletrodomésticos obsoletos.

15h30 GIM (RJ)
“SMS”
Um casal que se conheceu na internet se prepara para se encontrar pessoalmente pela primeira vez, mas é o público quem decidirá o final da história enviando um SMS para os artistas. 

16h às 18h – Pilotis do MAM
Encontro com artistas 
Criadores e criaturas: vídeo, performance e Subterrâneos dos anos 1980 até hoje
Lucio Agra (SP) e Otávio Donasci (SP)

18h Marco Paulo Rolla (MG)
“Uma canção na vitrola”
A performance faz parte da série Homens de Preto. Uma canção na vitrola, distorcida com a ação praticada por um homem, vai trabalhar a sonoridade e a presença nostálgica deste objeto como sensibilidades que ativam o corpo dos presentes emocionalmente.

18h30 Pontogor (RJ)
“4” 
Utilizando projeções simultâneas, Pontogor explora seu corpo em movimentos que se complementam, criando  uma precária situação de fluidez.

19h Micheline Torres (RJ)
“Carne”
É um trabalho que trata da carne e sua manipulação, da sexualidade e sua manipulação e dos significados e funções originados nesta fricção. Carne é um trabalho com o apoio do Centre National de la Danse (Paris) e de Micadanses Studios (Paris).  Distribuição de senha 30 minutos antes.

dom 27

12h Orlando Maneschy (SP)
“Karaokê D’Or”
O artista subverte o sentido do que seria uma obra de arte, criando um ambiente musical do qual convida o público a participar. Assim, dessacraliza o lugar distante da arte e proporciona um espaço de intimidade para o participante.

13h Jéssica Becker (PR)
“Sopro de Esperança - A Troca”
Troca dos “saquinhos” com Sopros de Esperança. Inflados pela artista e pelo visitante/partícipe, os sopros recolhidos são identificados com nome, data e horário, e logo expostos, suspensos em uma linha.

13h30 Coletivo Filé de Peixe (RJ)
“Piratão #14” e “Sessão Pirata #26: Performance BR”
O projeto Piratão, ao modo e preços praticados pelos camelôs piratas dos grandes centros urbanos, comercializa vídeos de autores clássicos e recentes, da produção videoartística nacional e internacional.

14h Shima (SP)
“Redenção”
Diversas instruções de participação são distribuídas pelo chão, sugestões para que o participante projete no artista sua própria imagem.

14h30 Maíra Vaz Valente (SP)
“2:8:1 versão Rosa”Uma situação performática que gera um encontro, por meio de uma espécie de veste que já estará instalada no MAM (o Conector Rosa), estabelecendo distanciamentos e proximidades entre aqueles que participam. 

15h Fernanda Bec (PR)
“Autoimagem”
Em um ato de cuspir e raspar a tinta de seu autorretrato, a artista apaga sua imagem e cobre o rosto com seus “resíduos”, deixando no local da ação a moldura com essa “nova” imagem.

15h30 Alex Hamburguer (RJ)
“Nouvelle Vague?” 
A ação procurará discutir de uma forma contundente a real pertinência e contradições da linguagem perform/ativa no circuito local das artes. 

16h – Pilotis do MAM 
Encontro com artistas 
A cena de Performance no Nordeste: conversa entre gerações
Paulo Bruscky (PE), Solon Ribeiro (CE) e Yuri Firmeza (CE)

18h Marcela Levi (RJ)
“Em redor do buraco tudo é beira”
Marcela Levi e seu parceiro de palco Frederico Paredes usam seus corpos, músicas, pedaços de papel e duzentas cenouras para contar histórias sobre violência, guerra e morte. Um trabalho poderoso, poético, mas não sem humor.

18h30 Otávio Donasci (SP)
Videotango 
Pioneiro da performance tecnológica, Donasci apresenta uma videoperformance com uma Plasmacriatura de 42 polegadas. O Personagem imerso em um mar cotidiano parece estar sendo “afogado” ou rejeitado por todos, inclusive pelos que aparentemente o amam. A Plasmacriatura dança ao vivo com as pessoas presentes.

19h Ronald Duarte (RJ)
“Performance de encerramento”
Encerrando a jornada de cinco dias de intensas atividades performáticas, o artista prepara uma ação coletiva pelos pilotis do MAM, realizando um espetáculo sensorial de luz e som.

Curadoria-geral
Daniela Labra (RJ)
Curadora e crítica de arte. Atualmente é doutoranda em História e Crítica de Arte pela PPGAV/EBA-UFRJ. Entre seus principais projetos com performance arte, estão a mostra VERBO (2005), na Galeria Vermelho, SP, e o festival Performance Presente Futuro (2008-2010), no Oi Futuro, RJ. 

Equipe curatorial

Beth da Matta (PE)
Artista com experiência em gestão cultural e ex-diretora do Museu Murillo La Greca, atualmente dirige o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), em Recife.

Bia Medeiros (DF)
Pós-doutora em Filosofia pelo Collège International de Philosophie, Paris, é professora associada da UnB. Atua na área de arte e tecnologia, performance e intervenção urbana, e coordenadora o Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos desde 1992. 

Daniela Mattos (RJ)
Mestre em Linguagens Visuais pela UFRJ, atualmente é doutoranda no Núcleo de Estudos da Subjetividade da PUC-SP. Artista, pesquisadora e curadora independente, sua produção em artes visuais enfoca as linguagens da performance, fotografia e videoarte. 

Orlando Maneschy (PA)
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, é professor adjunto do Instituto de Ciências da Arte (ICA) da UFP e coordenador do Grupo de Pesquisa Bordas Diluídas. Desenvolve pesquisas com questões teóricas e práticas da imagem.

Paulo Reis (PR)
Doutor em História pela UFP, atualmente é professor adjunto do Departamento de Artes da mesma universidade. Tem experiência atuando principalmente como curador, historiador e crítico de arte.

Regina Melim (SC)
Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, é docente no Departamento de Artes da UDESC. Nessa mesma universidade, coordena o grupo de pesquisa Processos Artísticos Contemporâneos.

Palestrantes

Fernando Cocchiarale (RJ)
Crítico de arte, professor de estética do Departamento de Filosofia e do curso de especialização em História da Arte e Arquitetura do Brasil, na PUC-Rio, e professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. 

Luiz Camillo Osorio (RJ)
Doutor em Filosofia pela PUC-Rio, atualmente é professor do Departamento de Filosofia da mesma universidade e está licenciado da UNIRIO. Atua na área de Estética, Teoria e História da Arte. Desde setembro de 2009, é curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Nayse Lopez (RJ)
É jornalista, crítica de dança, editora do www.idanca.net e curadora do Panorama Festival no Rio.

Fábio Ferreira (RJ)
Pós-graduado em História Social da Cultura pela PUC-Rio e doutorando em Teoria Literária pela USP. É diretor de teatro, pesquisador, professor universitário e produtor
cultural. Foi criador e diretor-geral do Rio Cena Contemporânea (1996-2008).

Otávio Donasci (SP)
Mestre em Artes pela USP. Atualmente é professor de Artes do Corpo da PUC-SP.
Atua principalmente nos seguintes temas: videoperformance, educação superior, teatro contemporâneo, instalação multimídia e videocriaturas. 

Lucio Agra (SP)
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, atualmente é professor adjunto em Comunicação e Artes do Corpo (habilitação em performance) na mesma instituição. Tem experiência em temas como poesia e poética, novas tecnologias, performance e artes do corpo e vanguardas.

Paulo Bruscky (PE)
Artista, ativista e renomado arquivista, trabalha com diversas mídias, que incluem desenhos, performances, happenings, copy art, fax-art, arte postal, intervenções urbanas, fotografia, filmes, poesia visual, experimentações sonoras e intervenções em jornais, entre outras experiências.

Yuri Firmeza (CE)
Graduado em Artes Visuais pela FGF, é artista visual, tendo realizado exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior. Ganhou, em 2009, o Prêmio Marcantonio Vilaça. Foi integrante do programa Bolsa Pampulha em 2008 e participou do Rumos Itaú Cultural em 2006.

Solon Ribeiro (CE)
Artista visual, professor e curador, formado em Comunicação e Arte pela L’École Superieure des Artes Décoratifs, em Paris. Em suas atividades, busca mostrar a relação entre a fotografia, a cenografia, a instalação e a performance. É autor do livro Lambe-Lambe, Pequena História da Fotografia Popular. 

Mostra de Vídeos

“O CORPO NA CIDADE – seleção de ações performáticas para vídeo em Curitiba”
Curadoria: Paulo Reis

Rossana Guimarães
Rossana Guimarães – objetos e performances, 1985/1992, 8’01’’

Júlio Manso
Manifesto quieto, 1992/2009, 5’31’’

Fernando Ribeiro
Monotipando, 2002, 9’58’’

Debora Santiago
Dirigível, 2003, 8’

Cristiane Bouger
Red a hundred 40/Vermelho 140, 2003, 4’08’’

C. L. Salvaro
Desolamento, 2007, 50’’

Clovis Cunha
Monocromo, 2008, 7’03’’

PERFORMATI(VÍDEO)DADE

Mostra com artistas que exploram as linguagens da videoarte e da performance. Estes iniciaram sua trajetória por volta dos anos 1980, quando a videoarte e a performance, linguagens surgidas nos anos 1970, demarcavam um território de resistência ao chamado “retorno à pintura” daquele momento. Os vídeos mostram produções da década de 1980 aos anos 2000.
Curadoria: Daniela Mattos

Marcia X 
Lavou a Alma com Coca-Cola, 2003, 6’

Marcia X + Ricardo Ventura 
Complexo de Alemão, 2002, 9’
Analu Cunha
Theo e as coisas, 2004, 4’30”
Perspectivas (atrás, ao lado, embaixo, lá longe), 2004-2006-2009, 3’

Simone Michelin 
Porque Sim, 1982, 8’
O Espírito do Rio, 2007, 10’30”

Dupla Especializada
EgoClip, 1985, 14’44” 

Ricardo Basbaum 
Eu você: shopping x praça, 2009, 11’12” 

Alex Hamburguer 
Rei dos copinhos, 1993, 4’20” 
Fonografias,  2008, 14’ 

Alexandre Dacosta 
Estigma, 2001, 9’ 
Edifício Copacabana, 2002, 5’  

Aimberê Cesar 
Pindorama (série: Zen Nudismo), 1994, 4’22’’
The Zés Manes (Criação Coletiva), 1993, 7’16’’

34’37” 
Compilação de ações performáticas diante da câmera de vídeo realizadas por alunos que participam da disciplina Performance (Ceart, UDESC, Florianópolis, SC) ministrada por Regina Melim. A ideia de exercício com o corpo, ou de exercício para uma performance futura, é o que norteia a maioria desses trabalhos. 
Curadoria: Regina Melim
Andreza Gomes e Clara Silveira
Navios, 2010, 2’16”

Flávia Klein 
Afeto, 2010, 1’52”
Como isolar a si mesmo, 2010, 6’33”

Silmar P. 
Exercícios # 1 (Feiticeiro), 2010, 6’33”

João Rosa
Cotidiano, 2008, 2’46”

Tiaraju Verdi
Sem título, 2009, 6’28”

Genoína Batistini
Desaparecimento, 2008, 

Iam Campigotto 
Feliz, 2010, 5’13”

Marina Borck
Lavando o rosto, 2009, 5’03’’

A imagem como performance: alguns casos na Amazônia
Curadoria Orlando Maneschy
Armando Queiroz 
Bebendo Mondrian, 3’46”
Midas, 9’59”

Coletivo Madeirista 
Inventário das Sombras, 12’57”
Sentido?, 2’01”

Grupo Urucum 
Catadores do Orvalho Esperando a Felicidade Chegar, 5’04”

Luciana Magno 
Mais Rapidamente para o Paraíso, 6’35’’

Maria Christina 
Subindo a Serra, 3’

Naia Arruda  
Taulipang, 2’07”

Ricardo Macêdo e Bruno Cantuária 
Identidades Móveis – Anderson – Feirante, 1’37’’
Identidades Móveis – Epitácio – Vendedor de Açaí, 1’26’’
Identidades Móveis – Shima – Performer, 2’46

Ficha Técnica

Curadoria geral
Daniela Labra

Equipe Curatorial
Beth da Matta, Bia Medeiros, Daniela Mattos, Orlando Maneschy, Paulo Reis e Regina Melim

Assistente de Curadoria
Julia Pombo

Produção
Automatica

Coordenação de Produção
Mariana Schincariol de Mello

Produção
Camila Goulart

Projeto de Expografia e Mobiliário
Tatiana Sampaio Ferraz

Assistente de Expografia e Mobiliário
Nana Blanaru

O mobiliário das mesas faz parte da instalação Sala de estar (2008), desenvolvida com Louise Ganz.

Designers
Clara Meliande e Rafael Alves

Estagiárias de Produção
Esther Martins e Luisa Hardman

Iluminação e Multimídia
Samuel Betts/Blight

Realização
Apoio a Festivais de Fotografia, Performances e Salões Regionais Funarte/MinC

Assessoria de Imprensa
CW&A

Gestão do Projeto
Marisa S. Mello

Apoio
Verallia

Agradecimento
Galeria Autaut